Em 2016, a CP transportou 122 milhões de passageiros, que renderam à operadora 250 milhões de euros.

Prosseguindo a tendência iniciada em 2013, a procura cresceu 6,3%, ou 7,1 milhões de pessoas, face a 2016, e as receitas de tráfego subiram 8,5%, ou 19,6 milhões de euros.

Os Urbanos de Lisboa, de longe os mais importantes no volume de produção da CP, foram também os que mais cresceram em termos de procura, de 2016 para 2017: contaram 83 milhões de passageiros, mais 7,3% em termos homólogos.

Nos antípodas, o tráfego internacional também cresceu 7,3% mas ficou-se pelos 251 mil passageiros.

O serviço Alfa Pendular, a “jóia da Coroa” da CP, cresceu ainda 5,8% (apesar dos constrangimentos resultantes da renovação das composições) e transportou 2,2 milhões de passageiros. Já o Intercidades chegou aos 3,9 milhões de passageiros (+6,1%).

O negócio dos Urbanos do Porto “rendeu” 21,6 milhões de passageiros (+3,8%) e o serviço regional, o “parente pobre” da companhia, ainda assim, ganhou 3,7% e atingiu a fasquia dos 11 milhões de passageiros.

 

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  1. A CP tem que “pensar” na nova linha de passageiros entre Lisboa e Madrid após a construção da troço em falta entre Évora e Elvas, é preciso conseguir desviar passageiros dos aviões entre as 2 capitais ibéricas à semelhança do que fez entre Lisboa e Porto e que tem dados bons resultados de exploração como se sabe !