A CSAV anunciou perdas de 1,25 mil milhões de dólares em 2011, que comparam com os lucros de 170,8 milhões de dólares conseguidos no exercício anterior.

A Compañia Sud Americana de Vapores, a maior da América Latina, registou um volume de receitas de 5,15 mil milhões de dólares, bastante próximo dos 5,22 mil milhões conseguidos em 2010.

Mas os custos dispararam 24%, em termos homólogos, tendo passado de 4,74 mil milhões de dólares, em 2010, para 5,88 mil milhões, no exercício transacto.

Os aumentos dos custos com os navios e com o combustível são as principais explicações para os resultados negativos verificados.

Depois de ter estado à beira da falência, no auge da crise que assolou o sector, a CSAV envolveu-se novamente num rápido processo de crescimento e expansão da capacidade, e foi apanhada pela quebra da procura, pela deterioração dos fretes e pelo aumento dos custos operacionais.

Para reduzir custos, a CSAV suspendeu serviços, imobilizou navios e estabeleceu com a MSC uma parceria para a operação conjunta de diversos serviços à escala global.

Ao mesmo tempo, a companhia chilena encetou um processo de recapitalização mediante um aumento de capital a desenvolver em tranches sucessivas.

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