A China Shipping Container Lines (CSCL), que Pequim quer fundir com a Cosco, estará em vias de fechar uma encomenda de 11 porta-contentores de 20 000 TEU.

CSCL Globe am 13.1.2015 auf Jungfernreise in Hamburg

A CSCL, que já este ano recebeu cinco navios de 19 000 TEU e encomendou oito de 13 500 TEU, estará na iminência de investir mais 1,8 mil milhões de dólares na compra de 11 gigantes, para serem entregues em 2018.

Os contratos deverão ser formalizados com os estaleiros chineses da China State Shipbuilding Corporation e da China Shipbuilding Industry.

Ao longo do primeiro semestre a CSCL aumentou em cerca de 20% a capacidade da sua frota de porta-contentores, para a casa dos 909 mil TEU, beneficiando dos apoios do governo chinês à renovação de frotas (com os navios mais antigos a serem desmantelados).

Também por influência directa de Pequim, a CSCL e a Cosco, ambas empresas cotadas em Bolsas, estarão a negociar uma operação de fusão, que a acontecer poderá ter vastas implicações no mercado internacional.

A CSCL divulgou há dias os resultados do primeiro semestre, com uma redução de 8% no volume de negócios e de 97% nos resultados líquidos. Os volumes transportados cresceram apenas 1% para cerca dos 4 milhões de TEU.

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