As vendas mundiais de pesados de mercadorias deverão crescer 50% até 2015, prevê Andreas Renschler.

O director da divisão de camiões da Daimler, número um mundial no sector, avançou que as vendas de pesados de mercadorias deverão progredir nos próximos cinco anos até se fixarem cerca dos três milhões de unidades.

Os analistas estimam que o futuro do mercado mundial será ditado pelas economias dos BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), onde se registam os maiores crescimentos de vendas. Razão por que os principais fabricantes ocidentais estão a investir ali na criação de instalações fabris e redes de após-venda próprias.

Depois de um ano de 2009 “para esquecer”, os construtores de pesados de mercadorias estão a registar números de vendas positivos, a aumentar os ritmos de produção e a contratar pessoal.

Ainda não será o fim da crise, particularmente na Europa, mas o ambiente é agora mais desanuviado. E é esse ambiente que deverá respirar-se no salão IAA de Hannover, que esta semana arranca naquela cidade alemã.

Os organizadores já avisaram que não se deverá comparar a presente edição com a de há dois anos, mas ainda assim a generalidade das marcas aposta em que o certame, um dos mais importantes da Europa a par do RAI de Amesterdão, marque o ponto de viragem no mercado.

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