A fusão das divisões de contentores das japonesas NYK, MOL e K Line numa nova companhia pode desencadear uma segunda onda de fusões e aquisições no sector do transporte, mas entre companhias de dimensão média. A previsão é da Drewry.

MOL

Planeada para arrancar em Abril de 2018, a nova companhia nipónica, a J Line, contribuirá ainda mais, segundo a Drewry, para “a rápida consolidação da indústria de transporte de contentores e criará um divisão clara entre as companhias maiores e as de média dimensão, o que pode desencadear ainda mais fusões e aquisições”.

A consultora explica que as economias de escala e as sinergias para a poupança serão, também nesta dimensão, a razão para a consolidação de companhias.

Indica ainda a Drewry que o resultado final desta reestruturação do sector será sensível à fixação de preços e dar ênfase à melhoria das receitas. “Redução de custos, sinergias e economias de escala por parte das companhias de transporte marítimo são necessárias, mas são insuficientes se os serviços continuarem a ser prestados a preços não compensadores”, avisa a consultora.

 

 

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