A possível retoma das sanções económicas dos Estados Unidos ao Irão poderá deixar sem trabalho até 20 navios superpetroleiros (VLCC), pelas contas da Drewry.

A consultora estima que a redução da produção/exportação de crude por parte do Irão, em função das sanções, ode representar uma quebra de 50 milhões de toneladas no comércio mundial, o equivalente a cerca de 2,2% de todo o volume de 2017.

“Ou, por por outras palavras, 15-20 VLCC podem ficar sem actividade”, indica a Drewry.

A situação é mais preocupante, acrescenta, devido aos actuais limites de produção da OPEP e à quebra na produção da Venezuela.

Diferente será se os outros países-membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) aumentarem a produção.

“Teoricamente, os produtores da OPEP têm capacidade mais do que suficiente (3,4 milhões de barris por dia) para preencherem o vazio criado pelas [eventuais] sanções ao Irão. A maior parte dessa capacidade disponível está na Arábia Saudita e em outros produtores do Médio Oriente”, refere a nota da Drewry.

 

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