A EasyJet anunciou hoje um terceiro avião, duas novas rotas e o reforço do quadro de pessoal para a sua base no aeroporto de Lisboa.

Nos primeiros seis meses de operação na Portela, a EasyJet transportou mais de um milhão de passageiros. Até ao final do ano, prevê chegar aos dois milhões, avançou, em conferência de imprensa o director geral da companhia para Portugal e Espanha.

Animada pela performance “bastante positiva” da nova base portuguesa, a companhia low-cost vai reforçar a aposta com um terceiro avião (A-319), já a partir de domingo, num investimento de 38 milhões de euros, anunciou Javier Gandara.

Ao mesmo tempo, o quadro de pessoal deverá crescer, dos 75 elementos inicias, para a casa da centena, acrescentou.

Para Março do próximo ano anunciam-se duas novas ligações: para Bilbau (com quatro voos semanais) e para Valência (com três ligações). Os voos para Edimburgo deixam de ser sazonais, e a partir de Dezembro realizar-se-ão duas vezes por semana. E Amesterdão terá no Verão seis voos semanais.

A ajudar aos números da companhia em Portugal tem estado a crescente adesão das empresas às low-cost para as suas deslocações de negócios. O responsável da EasyJet falou em inúmeros acordos com grandes empresas nacionais, que assim desmentem a ideia de que as low-cost não serviriam esse segmento de mercado.

Em Lisboa, a EasyJet tem as suas operações dividas entre o terminal 1 (chegadas) e o terminal 2 (partidas). Os clientes não se queixam, mas ainda assim “a longo prazo a nossa expectativa é concentrar partidas e chegadas no terminal 2″, referiu Javier Gandara.

Mais cedo pretende a EasyJet que se concretize a abertura do mercado das ligações domésticas para os Açores. A companhia já voa para a Madeira e agora, assim haja novo governo naquela região autónoma (na sequência das eleições), “retomaremos as negociações com os governos regional e nacional para fazer algo similar ao que se fez na Madeira”, adiantou Javier Gandara.

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