Embraer “português” é sucesso de vendas

Os novos E-Jet da brasileira Embraer, que integram componentes fabricados em Portugal, já superam as encomendas activas da primeira geração.

O primeiro E190-E2 foi entregue este mês à norueguesa Widerøe. Mas a carteira de encomendas para a nova família (que integra também o E175-E2  e o E195-E2) ascende já a 280 pedidos firmes e 287 opções.

Por comparação, a carteira de encomendas da geração actual conta 141 pedidos firmes, com opções para outros aparelhos.

O E190-E2 obteve no decorrer do primeiro trimestre, no final de Fevereirol, a certificação tripla por parte da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil, da Administração Federal da Aviação dos Estados Unidos e da Agência Europeia para a Segurança da Aviação.

A Embraer salienta em comunicado ser esta a primeira vez que um programa aeronáutico com o nível de complexidade do E2 é certificado em simultâneo por três das maiores autoridades internacionais de certificação.

Antes da certificação, a Embraer anunciou os resultados finais dos testes em voo confirmando o E2 como uma das mais eficientes aeronaves de corredor único do mercado, sendo que em termos de consumo de combustível o E190-E2 provou ser 1,3% melhor do que o originalmente esperado, o que representa uma melhoria de 17,3%
em relação ao E190 de geração actual.

O novo jacto tem peças produzidas numa das duas fábricas do grupo em Évora e componentes feitos na OGMA, em Alverca, controlada pela Embraer. A Embraer Portugal está envolvida no fabrico de elementos para toda a nova família de jactos brasileiros.

25 aviões entregues

No primeiro trimestre do ano, a Embraer entregou 25 aviões civis: foram 14 jactos comerciais e 11 jactos executivos.

Entre os jactos comerciais, destinados a companhias dos EUA, Europa e Ásia-Pacífico, a estrela da companhia foi o E-175, com 11 entregas.

 

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