Depois dos Alfa da CP e dos Eurotram da Metro do Porto, a EMEF vai assegurar a revisão da “meia vida” das UQE da Fertagus. O negócio vale 1,2 milhões de euros.

Fertagus

Também aqui está em causa a revisão profunda das automotoras do “comboio da Ponte”, velhinhas de quase 20 anos, para que fiquem aptas a cumprir durante mais 20 anos as ligações entre Lisboa e Setúbal, operadas pela Fertagus, do Grupo Barraqueiro.

A factura dos trabalhos, no valor de 1,2 milhões de euros, será paga pelo Estado, uma vez que as Unidades Quádruplas Eléctricas são propriedade pública, estando alugadas ao operador privado.

Com mais este contrato, a EMEF soma e segue no mercado nacional. A empresa, detida a 100% pela CP, tem em carteira a revisão de “meia vida” dos comboios pendulares da CP (num valor de 18 milhões de euros) e idênticos trabalhos para a frota de 35 Eurotram da Metro do Porto (10,6 milhões de euros), além de ter ganho a manutenção, por dois anos, de toda a frota da Metro do Porto (11,3 milhões de euros).

Em 2015, a EMEF registou lucros pelo segundo ano consecutivo e em 2016 parece bem encaminhada para repetir a proeza, com um volume de negócios de 30 milhões de euros e resultados líquidos de 1,6 milhões no primeiro semestre.

 

 

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  1. Como o monopólio da manutenção ferroviária faz milagres.