As encomendas de navios porta-contentores poderão, em breve, voltar a representar mais de 15% da capacidade em operação, de acordo com a Alphaliner.

A consultora dá conta que as encomendas confirmadas somam mais de 2,8 milhões de TEU, capacidade que representa 13,2% da frota em utilização no presente. O rácio de encomendas vs. capacidade em utilização atingiu o mínimo histórico em Agosto de 2017, com apenas 12,4%.

Mas estes números não consideram ainda as recentes encomendas anunciadas da Evergreen e Yang Ming, de 20 navios cada.

“Esta tendência descendente parece agora ser revertida à medida que as operadoras anunciam novos programas de renovação de frota para 2020, altura em que as novas regras de [emissões de] SOx e gestão de águas de lastro deverão entrar em vigor”, indica a Alphaliner no seu relatório semanal mais recente.

Um relatório recente da McKinsey advertiu que o excesso de capacidade está para ficar no transporte marítimo de contentores. Indica a consultora que a oferta de contentores a navegar é cerca de 20% maior do que a procura.

Outro estudo da S&P Global Rating vai no mesmo sentido. Entretanto, a frota inactiva baixou de 1%, segundo a Alpahliner.

 

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