Em pouco mais de três anos, o universo de trabalhadores das empresas públicas de transportes e da Refer foi reduzindo em cerca de 20%, de acordo com dados do Ministério da Economia.

Em Abril passado contavam-se cerca de 13 200 trabalhadores, contra os 16 400 do início de 2011. No mesmo período, a factura da redução do pessoal ascendeu a 14,8 milhões de euros.

Só nos primeiros quatro meses do ano corrente, terão saído das empresas públicas de transportes 170 trabalhadores, o que implicou uma despesa extraordinária de 2,3 milhões e euros.

O processo de redução de pessoal é para continuar. Por exemplo, a Metro do Porto tem em curso um plano de dispensa de uma parte significativa dos quadros. As concessões das operadoras públicas de Lisboa e Porto igualmente poderão ter consequências nos quadros de pessoal. E o mesmo se poderá dizer relativamente à anunciada fusão entre a Refer e a Estradas de Portugal.

Entre Janeiro e Abril as empresas públicas de transportes terão atingido no primeiro quadrimestre uma margem operacional positiva de 9,6 milhões de euros. Menos do que os 12,3 milhões de euros do período homólogo de 2013. Mas então as indemnizações compensatórias foram susbstancialmente maiores.

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