No ano passado, o Grupo Garland facturou cerca de 112 milhões de euros (109 milhões em 2015). Desses, 15,6 milhões resultaram das operações em Espanha e Marrocos, em rápido crescimento.

Garland - Peter Dawson

Em apenas cerca de dois anos e meio, a internacionalização já se assume como um dos motores do crescimento do Grupo Garland, com um peso de 14% no volume de negócios global.

Particularmente importante, a exceder as expectativas, revelou-se o mercado espanhol. A Ocidenave España, que arrancou no Verão de 2014, agenciou no ano passado 70 navios e movimentou 22 336 TEU (perto de 30 mil na Península), tendo atingido um volume de negócios de cerca de 12,8 milhões de euros, de acordo com os dados avançados pelo grupo português.

Mais recente (2015), a operação espanhola da Garland Trânsitos, à partida de Barcelona, triplicou em 2016 o volume de facturação, para 1,8 milhões de euros, com 70% do negócio assente nas exportações espanholas para o Mediterrâneo e Médio Oriente.

O Grupo Garland desembarcou em Marrocos (Casablanca) em Maio de 2014. No ano passado, a filial local superou o milhão de euros de facturação, tendo movimentado 2 000 TEU de carga marítima e 12 toneladas de carga aérea.

“Em comparação com muitas outras empresas, iniciámos tarde o nosso processo de internacionalização, porque a nossa prioridade era o mercado nacional, que exigia todos os nossos recursos. Optámos, por isso, por mercados que nos são próximos e que conhecemos melhor, mas que nos dão uma dimensão ibérica, com extensão ao norte de África. Consideramos que temos um projecto internacional consolidado e com grande potencial de crescimento”, comenta, em jeito de conclusão, Peter Dawson, presidente do grupo, citado em comunicado de imprensa.

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