O governo espanhol rescindiu na sexta-feira os contratos de concessão das auto-estradas falidas. Agora tem seis meses para apurar e pagar a conta pelo resgate.

As auto-estradas falidas agora resgatadas são as quatro radiais de Madrid, a M-12 Eixo Aeroporto (que liga a capital espanhola ao aeroporto), a AP-36 Ocaña-La Roda e o troço da AP-7 entre Cartagena e Vera.

Os encargos para o Estado com as auto-estradas falidas correspondem ao pagamento da Responsabilidade Patrimonial do Estado (RPA). Previsto nos contratos de concessão, destina-se a compensar as concessões pelo investimento na construção das auto-estradas, o qual ainda não tinham amortizado

O anterior governo contabilizou em 1 800 milhões de euros a RPA a pagar. Aquele número é muito distante dos 4 000 a 4 500 milhões de euros ainda estimados pelo sector e pelos fundos credores das concessões falidas.

O prazo para pagar, fixado por lei, é de seis meses. A contagem iniciou-se na passada sexta-feira e terminará a 13 de Janeiro de 2019.

 

 

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