Com as próximas entradas em vigor do Código Aduaneiro da União (CAU) e da pesagem prévia dos contentores, os transitários que detenham o estatuto de Operador Económico Autorizado (OEA) estarão em vantagem, avisa a associação britânica do sector.

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A Associação Britânica de Transporte Internacional (BIFA, na sigla em inglês) defende que a obtenção do estatuto de Operador Económico Autorizado (OEA) por parte das empresas será crucial nas duas grandes mudanças regulatórias previstas para os próximos meses: o novo código aduaneiro da União Europeia, previsto para 1 de Maio; e a obrigatoriedade de pesagem dos contentores marítimos antes de embarque (no âmbito de alterações à Convenção Solas, aprovadas pelo comité de segurança da Organização Marítima Internacional), a partir de 1 de Julho.

O director-geral da BIFA, Robert Keen, acredita que o estatuto de OEA beneficiará todas as empresas de transporte com actividades no domínio aduaneiro.

“É convicção de há muito tempo da BIFA que conseguir o estatuto de OEA permite [às empresas transitárias] destacarem-se da concorrência”, refere Robert Keen, citado pela assessoria de imprensa.

“Um número crescente de carregadores, especialmente as multinacionais, solicitam aos transitários que tenham certificação OEA antes de fazerem negócios”, afirma. “Uma vez que o novo regime aduaneiro da União Europeia solicita muitas das autorizações e simplificações do estatuto de OEA, nunca fez tanto sentido obter a certificação OEA”, acrescenta o director-geral da BIFA.

 

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