O mercado mundial dos sistemas de metropolitano ligeiro manterá a tendência de crescimento nos próximos anos, prevê a consultora alemã SCI Verkehr.

Metro Sul do Tejo

A construção de novas linhas e a renovação de existentes (particularmente na Europa) deverão determinar um crescimento médio anual de 4% até 2020, prevê a consultora.

As regiões mais dinâmicas nos próximos cinco anos serão, segundo a SCI Verkehr, a América do Norte, a Ásia, a África e o Médio Oriente, com taxas média entre os 7% e os 17%. Aí muitas cidades não têm metropolitano ligeiro e a construção de redes de metropolitano convencional é muito cara. Os países que liderarão esse crescimento serão os Estados Unidos e a China.

Na Europa, a taxa de crescimento anual não deverá atingir sequer os 2%.

O mercado mundial de novos veículos ronda os 2 500 milhões de euros anuais e o de serviços de pós-venda representa cerca de 3 000 milhões de euros/ano.

Bombardier, Alstom e Siemens continuam a liderar o mercado global, mas os dados da SCI Verkehr apontam para uma perda de influência. Se entre 2000 e 2007 aqueles três gigantes tiveram uma quota de mercado acumulada de 60%, de 2010 a 2014 a sua penetração baixou para 40%. A chinesa CRRC tem-se destacado devido às encomendas domésticas.

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