A base aérea do Montijo é a melhor opção para complementar a capacidade de oferta do aeroporto de Lisboa. Quem o diz é a Eurocontrol, organização europeia de controlo aéreo.

Ryanair - Aeroporto de Lisboa

A notícia é avançada pelo “DN”, que cita um estudo da organização entregue ao grupo de trabalho encarregue de estudar a questão da expansão da capacidade aeroportuária da capital.

No estudo, a Eurocontrol destaca o facto de o Montijo permitir uma operação em simultâneo com Lisboa (ao contrário do que acontece, por exemplo, com Alverca).

Com a utilização do Montijo, a capacidade de Lisboa poderá subir dos actuais 48 movimentos/hora para 72 movimentos/hora, salienta ainda a Eurocontrol.

A base aérea do Montijo é há muito apontada como a escolha mais provável para a solução “Portela+1” mas a decisão ainda não estará tomada nem o será este ano.

Ainda assim, o ministro das Infraestruturas acredita que os trabalhos de construção do “novo” aeroporto poderão arrancar em 2018. A ideia é transferir para ali as companhias “low cost”, pelo menos as que aceitarem a mudança.

A utilização da base do Montijo (ou de qualquer outra) implicará a cedência de espaço por parte da Força Aérea. O ministro da Defesa já disse que não serão criados entraves mas também deixou clara a necessidade de “pagar a factura” da eventual deslocalização das operações.

 

 

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