Cerca de meia centena de transitários associados da APAT ostentavam, no final do ano passado, o Selo de Excelência outorgado pela associação.

A APAT anunciou o início do processo de concessão do Selo de Excelência, agora relativo ao ano de 2020. Todos os anos a situação se repete, desde que a associação dos transitários decidiu institui-lo, porque todos os anos os pretendentes à distinção têm de provar que detêm, ou mantêm, os requisitos fixados no regulamento.

No final de 2019 contavam-se cerca de meia centena de transitários distinguidos. Mais precisamente, 46. O número pode parecer reduzido, num universo de cerca de 260 membros da APAT, mas importa reter que a candidatura não é obrigatória e que os requisitos são propositadamente apertados.

O Selo de Excelência  foi instituído pela APAT em 2013, na sequência da liberalização do acesso à actividade determinada pelas novas regras europeias. A associação dos transitários quis, com isso, manter algumas das garantias distintivas do estatuto anterior.

“A Excelência APAT obriga, entre outros, a um Director Técnico, que é a comprovação de que uma empresa dispõe de profissionais idóneos e com  conhecimentos técnicos profundos da actividade, e é um garante de que o processo de exportação/importação de mercadorias decorrerá da melhor forma”, sublinha o presidente executivo da associação, António Nabo Martins.

Rácios de solvabilidade sólidos e o investimento na formação profissional são outros dos requisitos impostos às empresas que queiram ostentar o Selo de Excelência.

“O Selo de Excelência APAT pretende conceder uma distinção pública, através da atribuição de uma menção distintiva. (…) É o mesmo que obter um atestado de qualidade, credibilidade, fiabilidade e segurança dos serviços prestados”, resume Nabo Martins.

 

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