O Porto de Setúbal tem vindo, nos últimos anos, a afirmar-se como um porto vincadamente exportador. Em dez anos, a carga exportada, subiu, de 2,4 milhões de toneladas, do total movimento de 6,5 milhões, em 2004, cerca de 38% do total, para 5,4 milhões de toneladas, em 2014, cerca de 67% do total movimentado nos terminais de Setúbal, que atingiu o valor recorde de 8 milhões de toneladas.

É um desempenho que posiciona o Porto de Setúbal como um forte parceiro, quer das empresas exportadoras da região de Lisboa, quer do restante território nacional, tornando-o mais atrativo para os operadores marítimos.

Note-se que, desde o início de 2015, o porto passou a receber novas linhas regulares, a saber: no Ro-Ro, uma linha da EML, que para além de escalar portos europeus, faz crosstrade entre as rotas do Atlântico, África, Ásia; as linhas que ligam o Norte da Europa ao Mediterrâneo Grimaldi ;  o novo serviço da Grimaldi que, pela primeira vez, disponibiliza um serviço direto para Baltimore, nos estados Unidos da América; a linhas da Volksvwagen Logistics que ligam Setúbal a Emden; a linha  NYK que serve a exportação da VW para o Extremo Oriente.

Já nos contentores, passou a receber duas linhas da OPDR, o serviço CISS, que liga Setúbal a Hamburg, Rotterdam, Caniçal, Tenerife, Las Palmas, Casablanca, Melilla, Gibraltar e Cartagena, e o serviço AGAX, que liga Setúbal a Tilbury, Rotterdam, Leixões, Setúbal, Sevilha, Las Palmas, Agadir, Cadiz e Huelva, e, por via feeder, a Aarhus, Antwerp, Diblin, Gdynia, Gothenburg; Hamburg, Helsingborg/Halmstad, Helsinki, Klaipeda, Kotka, Riga, St.Petersburg e Tallinn. Para além destas, é escalado regularmente por duas linhas da MacAndrews – uma liga o porto ao Norte da Europa, outra à Rússia e Países Bálticos – uma linha da Tarros para o Mediterrâneo e uma linha da WEC para o Norte da Europa.

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