Após a queda registada em 2017, as exportações de alimentos congelados retomaram 6% em 2018, atingindo 479 milhões de euros, indica o estudo sectores Portugal “Alimentos Congelados” publicado pela Informa D&B.

Já as compras ao exterior cresceram 1,3%, até aos 998 milhões, de acordo com a mesma fonte. Neste contexto, no ano passado houve uma redução do défice comercial nesta área, o qual passou de 533 milhões de euros em 2017 para 519 milhões em 2018.

A Informa D&B dá conta que cerca de 75% das vendas para o exterior foram encaminhadas para a União Europeia, destacando-se Espanha como o primeiro mercado, com uma participação de 42%, à frente de França, Bélgica e Itália.

Entre os destinos extra-comunitários destacam-se o Brasil, país para o qual em 2018 se exportaram 9% do total, e Angola.

Espanha é também, a principal origem das importações, com cerca de 41% do total em 2018.

Volume de emprego cresce

O volume de emprego gerado pelas 40 principais empresas do sector de alimentos congelados situou-se, em 2017, em 6 182 trabalhadores. “Nesse ano manteve-se a tendência crescente registada desde 2014, contabilizando um incremento de cerca de 5%”, referem desde a consultora.

Predominam os operadores de pequena dimensão, com apenas 29 empresas a terem um quadro de pessoal acima de 50 trabalhadores e apenas quatro a empregarem mais de 250 pessoas.

Os distritos de Lisboa, Braga, Porto e Viseu são os que concentram uma maior actividade produtiva, acolhendo as sedes de metade dos 40 operadores de maior dimensão.

 

 

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