China, Coreia do Sul, Brasil, Chile e África do Sul ainda não autorizaram a Maersk Line a comprar a Hamburg Süd, um negócio avaliado em 3 700 milhões de euros.

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A Maersk solicitou a aprovação da fusão a um total de 23 órgãos reguladores, entre os quais o Departamento de Justiça dos Estados Unidos e a Comissão Europeia. Estas duas entidades deram as respectivas autorizações, sujeitas a condições, em Março e Abril passados, respectivamente,

“A transacção está a progredir conforme planeado”, indica em comunicado o grupo dinamarquês, observando que o encerramento da aquisição é esperado para o quarto trimestre deste ano.

“Estamos em estreito diálogo com todas as autoridades relevantes, fornecendo os contributos necessários à aprovação”, refere a nota.

Espera-se que as sinergias geradas pela fusão permitam poupanças de 300 a 340 milhões de euros até 2019.

Uma vez concluída a aquisição, a Maersk Line terá uma capacidade total a rondar os 3,9 milhões de TEU e uma quota de 18,7% da capacidade global. A frota combinada será de 743 navios porta-contentores.

 

 

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