São cerca de uma dezena os profissionais portugueses da área marítimo-portuária que a Fernave se propõe agora levar para Angola. Enquanto isso, prossegue a selecção de quadros para o sector ferroviário.

O rápido desenvolvimento do sector dos transportes em Angola e Moçambique está a revelar-se um filão para as actividades de recrutamento e formação da Fernave, ao mesmo tempo que oferecem boas saídas profissionais para os quadros portugueses.

A Fernave acaba de lançar o seu processo de recrutamento de quadros qualificados para trabalharem nos portos angolanos. No caso, o empregador será um concessionário privado.

As vagas são cerca de uma dezena. As funções serão de responsável de gestão de terminal, segurança e ambiente, planeamento e logística, operações portuárias e manutenção. A prioridade é recrutar profissionais para as operações de terra.

Ao mesmo tempo, a Fernave está a recrutar mais quadros dirigentes para os caminhos de ferro angolanos. No caso, as funções a exercer serão de director de material circulante e oficinas, director de exploração ferroviária, director de infra-estruturas ferroviárias e director de procurement.

Nestes casos, é condição preferencial a experiência profissional no sector nos PALOP. E é condição essencial a disponibilidade para um contrato com a duração mínima de três anos.

Ao longo deste ano, a Fernave propõe-se seleccionar e colocar nos mercados de Angola e Moçambique cerca de uma centena de quadros portugueses.

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