Em 2014, a produção nacional de veículos comerciais ficou-se pelos 43 765 veículos. É o pior ano depois da crise de 2009. A culpa é do encerramento da VN Automóveis.

O resultado global do ano findo representa uma quebra de 1,2% face ao realizado em 2013. A produção de comerciais ligeiros foi de 40 868 veículos (menos 0,1%) e a de comerciais pesados ficou-se pelos 2 897 (menos 14,4%).

A PSA Peugeot Citroën, de muito longe o maior construtor em Portugal de veículos comerciais, deslizou 0,5% (de 38 219 para 38 016 unidades). E as demais marcas aumentaram a sua produção: 8,7% a Mitsubishi do Tramagal (de 3 758 para 4 085); 49,8% a Toyota Caetano (de 1 111 para 1 664).

A quebra global na produção de comerciais em Portugal, em 2014, resulta, assim, essencialmente do fim da VN Automóveis, que montava os veículos Isuzu. Em 2013 foram 1 230.

E assim os 43 765 veículos comerciais produzidos por cá no ano findo são o pior resultado dos últimos cinco anos. E um dos piores da década, uma vez que só em 2007, 2008 e 2009 os construtores automóveis instalados em Portugal produziram menos.

Os comentários estão encerrados.