A Fincantieri tinha, a 30 de Setembro último, uma carteira de encomendas superior a 25 mil milhões de euros. Um valor suficiente para assegurar a produção por um período de seis anos, segundo o estaleiro italiano.

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Com 97 navios, a carteira de encomendas firmes da Fincantieri no fim do terceiro trimestre deste ano era de 20,3 mil milhões de euros, contra 19 mil milhões de euros no mesmo período do ano passado. Já a carteira de encomendas prováveis (soft backlog) na mesma data rondava os cinco mil milhões de euros (cerca de 2,8 mil milhões de euros a 30 de setembro de 2016).

A companhia aumentou as receitas em cerca de 19% no terceiro trimestre de 2017, de 3,2 mil milhões há um ano para 3,5 mil milhões no presente exercício. Esta subida está, de acordo com a Fincantieri, em linha com as expectativas para o ano inteiro.

O EBITDA também subiu entre Julho e Setembro do exercício em curso, para 233 milhões de euros, acima dos 185 milhões de euros registados no mesmo período de 2016, com a margem de EBITDA a atingir os 6,5%, o que é 14% superior à margem de 5,7% registada nos primeiros nove meses do ano passado.

A Fincantieri atribui como principal razão para o crescimento face a 2016 o facto de as embarcações de cruzeiro agora encomendadas serem maiores. As receitas do segmento de navios de cruzeiros representam já cerca de 51% das receitas do grupo transalpino antes dos ajustes de consolidação.

“Os excelentes resultados comerciais, de gestão e económicos dos primeiros nove meses de 2017 consolidam ainda mais a liderança da Fincantieri e permitem-nos confirmar, até à data, os resultados esperados para 2017, de acordo com o plano de negócios”, afirmou, citado em comunicado de imprensa, o CEO da Fincantieri, Giuseppe Bono.

 

 

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