Em dois anos, a Garland aumentou em 89% a carga aérea de exportação, de 403 toneladas, em 2014, para 763 toneladas, em 2016, anunciou a empresa.

Garland

Só no ano passado, a carga aérea expedida pela companhia cresceu 18,5% em termos homólogos, em contraciclo com o mercado, que terá decaído 0,3% (para 41 684 toneladas), segundo os números do CASS.

O crescimento da actividade da Garland na carga aérea foi alavancado pelo transporte de pendurados têxteis, que compensou com vantagem a quebra nos tradicionais mercados de exportação de Angola e Brasil.

“Há cerca de dois anos e meio, a Garland começou a registar um crescimento significativo no transporte aéreo de mercadorias para o estrangeiro, suportado no aumento das exportações para mercados em que este tipo de transporte é privilegiado. Entretanto, a desaceleração nas exportações portuguesas para mercados como o angolano e o brasileiro, tem sido compensada pelo aumento do transporte de peças de vestuário penduradas”, resume Peter Dawson, presidente do Grupo Garland, citado no comunicado emitido a propósito.

Peter Dawson recorda a propósito que a empresa tem uma grande experiência no transporte e na logística (armazenagem e tratamento de encomendas) de têxteis.

A nível global, no ano passado o Grupo Garland movimentou cerca de 1 150 toneladas de carga aérea.

 

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