Leixões, Lisboa e Sines deverão ganhar novos terminais de contentores, no âmbito do plano de investimentos de 2.5 mil milhões de euros que o Governo quer promover no sector portuário.

O maior terminal, e o mais caro também, está previsto para Sines. O nome já está esolhido – Vasco da Gama (natural da terra). A exemplo do Terminal XXI, também a nova infra-estrutura deverá ser realizada em sistema BOT (Built, Operate and Transfer), com o futuro concessionário a assumir a maior fatia do investimento: 705 milhões num total de 941 milhões.

Quando concluído, o novo terminal deverá ter capacidade para movimentar 4,5 milhões de TEU/ano.

O processo é para arrancar algures entre 2013 e 2022, com a concessão a ser feita ppor um período de 30 anos.

Recorde-se que já por mais de uma vez a presidente do Porto de Sines, Lídia Sequeira, havia manifestara o desejo de ter mais um, ou mesmo dois terminais de contentores, a par do Terminal XXI.

Em Lisboa, os planos do Executivo apontam para a Trafaria. Para onde já o Plano Estratégico da APL, ao tempo de Manuel Frasquilho, previa um novo terminal de contentores.

O investimento previsto é de cerca de 500 milhões de euros, para uma capacidade máxima de dois milhões de TEU. A Trafaria deverá assumir-se assim como a alternativa à expansão do terminal de Alcântara. Resta saber se a nova concessão funcionará, ou não, como moeda de troca para sanar o conflito aberto com a revogação da prorrogação do contrato da Liscont.

Em todo o caso, já sabe, as populações da zona da Trafaria não estarão pelos ajustes com a instalação do terminal de contentores, como já o demonstraram num abaixo-assinado posto a circular no início deste ano.

Para Leixões, o investimento previsto é de apenas 160 milhões de euros. Os trabalhos dop novo terminal poderão começar em 2014. O dossier está em estudo na APDL.

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