No final de Setembro, o porto de Leixões somava 14,6 milhões de toneladas movimentadas. Um recorde para o período  devido em boa parte à recuperação dos tráfegos de granéis líquidos.

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Se no ano passado os números do porto nortenho foram prejudicados pela queda dos granéis líquidos (provocada pelo encerramento da monobóia oceânica da Petrogal, que desviou os maiores petroleiros para Sines), agora são os mesmos granéis líquidos a alimentarem o recorde.

Nos primeiros nove meses do ano, a movimentação de granéis líquidos em Leixões cresceu 21% (1,1 milhões de toneladas) em termos homólogos até aos 6,5 milhões de toneladas.

A ajudar à boa performance, e a merecer referência no comunicado emitido pela administração portuária, a carga ro-ro cresceu 16% face ao mesmo período de 2016 e já vale cerca de 7176 mil toneladas. O que cimenta a liderança de Leixões no segmento a nível nacional (ainda que as cargas ro-ro de Setúbal não sejam do mesmo tipo).

A informação da APDL é omissa sobre a movimentação da carga contentorizada (recuava 6%  até Agosto) e fraccionada (menos 5%, idem), e bem assim dos granéis sólidos (menos 2% no acumulado de Agosto).

Destacado é o aumento de cerca de 47% nas cargas com origem/destino extra-comunitário, sinal, espera-se, de um alargamento da influência e da atractividade de Leixões.

 

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