A Grécia lançou uma nova proposta para limitar a potência dos navios, em linha com o defendido pela BIMCO e pelo Japão, para reduzir as emissões poluentes.

Os armadores gregos já haviam mostrado apoio à proposta de slow steaming da França. O que agora a Grécia propõe – como reduzir em dois terços a potência dos porta-contentores – acaba por ter efeitos semelhantes aos da redução da velocidade comercial.

Com efeito, a proposta, apoiada pela ICS, complementaria os planos de Gestão de Eficiência dos Navios, já que cada segmento teria diferentes limitações de energia.

A proposta grega prevê que os motores principais dos navios com mais de 5 000 toneladas de arqueação bruta tenham a potência limitada, de maneira a que seja possível regressar ao nível de emissões de CO2 de 2012 no período de três anos a contar a partir de 2023.

No caso de graneleiros e petroleiros, o objectivo é que reduzam a potência do motor principal em 50%, enquanto para os porta-contentores o “corte” previsto é 66%.

De referir que a proposta da Grécia contempla a possibilidade da IMO poder rectificar esses níveis, se necessário.

 

 

 

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