A Groundforce registou lucros de 8,7 milhões de euros em 2017. Os trabalhadores, que não são aumentados desde 2012, receberão 1,1 milhões.

Os resultados da operadora de handling foram hoje apresentados. O volume de negócios cresceu 9,1% para 124 milhões de euros- O EBITDA mais do que duplicou +120%) para 8,6 milhões de euros. E o investimento disparou 437% e chegou aos 3,5 milhões de euros.

Paulo Neto Leite, o CEO da companhia, classificou 2017 como um “ano de viragem”. Não apenas pelos resultados, mas também porque a ANAC atribuiu, finalmente, as tão desejadas licenças de handling para os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro por um período de sete anos.

Daí também os investimentos realizados, e que este ano quase duplicarão (até aos 6,6 milhões de euros), porque o objectivo é continuar a crescer em 2018.

Para o final do exercício corrente, as metas são um volume de vendas de 137 milhões de euros (+12,9%) e um EBITDA de 10,2 milhões de euros (+19,4%). Os lucros deverão também crescer e, se assim for, a distribuição pelos trabalhadores (cujo número também aumentará) atingirá os 1,8 milhões de euros.

Ainda sobre 2017, o CEO da Groundforce destacou como marcas, além das licenças de operação, a revisão do acordo salarial e a renovação dos contratos plurianuais com os principais clientes.

Privatizada em 2003, a Grounforce é detida em 50,1% pela Urbanos, estando o restante capital nas mãos do Grupo TAP (TAP e Portugália).

 

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