A Groundforce perdeu 50 milhões de euros de receitas até Julho, fruto da quase paralisação dos aeroportos nacionais por causa da Covid-19.

Nos primeiros sete meses do ano, a Groundforce perdeu 50 milhões de receitas num total de 79 milhões, avançou o presidente da empresa numa comunicação aos trabalhadores sobre a retoma do trabalho em Agosto.

Para Agosto, a empresa de handling aeroportuário prevê 9 634 movimentos, que comparam com os 22 882 que estavam previstos”. Ainda assim, já serão mais do que nos meses anteriores, sublinhou Paulo Neto Leite.

Em consequência do aumento da actividade e do fim do lay-off simplificado, todos os funcionários da Groundforce retomarão o trabalho em Agosto, mas com reduções de horário entre 5% e 70%.

Dos cerca de 2 600 trabalhadores, cerca de 1 000 (40,4% do total) ficarão com 5% de redução do período normal de trabalho, 899 (33,6% do total) ficarão com 20% de redução do período normal de trabalho, 66 (2,5% do total) com 40% de redução e 630 (23,5% do total) com 70%, segundo o documento.

“A redução média de trabalho na nossa empresa será de 26,2%. Para os 73,8% de tempo ao serviço, os trabalhadores receberão em média cerca de 91,3% da sua remuneração”, avançou Paulo Neto Leite, adiantando que os trabalhadores serão informados individualmente das condições do novo regime criado pelo Governo para apoiar as empresas penalizadas pela pandemia de Covid-19.

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