O Grupo de Acompanhamento da empreitada de prolongamento do quebra-mar de Leixões já ouviu as primeiras comunidades interessadas ou potencialmente afectadas pela obra.

A criação do Grupo de Acompanhamento foi decidida pela ministra do Mar, numa reunião com a APDL e os presidentes das câmaras municipais do Porto e de Matosinhos, na sequência das críticas e reservas da autarquia portuense, e de outras entidades, ao prolongamento do quebra mar de Leixões.

Em causa está o impacto do prolongamento em 300 metros do quebra mar do porto nortenho, considerado essencial para permitir a entrada/saída de Leixões de navios (essencialmente, porta-contentores) de maiores dimensões.

O Grupo de Acompanhamento tem dois meses para produzir o primeiro relatório, que deverá identificar os impactos negativos da obra e as soluções para os mitigar/eliminar e propor uma calendarização dos trabalhos.

Por isso, as primeiras reuniões já aconteceram, e já foram recebidos para audição os representantes de algumas das comunidades interessadas no desfecho da obra, divulgou a APDL, em cimunicado.

O Grupo de Acompanhamento é coordenado pelo director-geral da DGRM) e integra dois representantes da Câmara de Matosinhos, dois da do Porto, o presidente da Águas do Porto, dois representantes da APDL e, como convidados, representantes da Comunidade Portuária e da Agência Portuguesa do Ambiente e o Provedor do Cliente do Porto de Leixões.

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