Dentro de cinco anos, a actividade internacional deverá representar entre 30% e 40% do volume de negócios do Grupo ETE, anunciou Luís Nagy, na cerimónia do 80.º aniversário da empresa fundadora.

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Actualmente, os negócios fora de Portugal contribuem com 10% do volume de facturação, mas  estão em crescendo.

Em Cabo Verde, o grupo prepara-se para garantir a concessão, por um período de 30 anos, da exploração da Cabnave, os estaleiros navais da ilha de São Vicente. Conseguido o primeiro lugar no concirso público internacional, faltará apenas “a negociação financeira e dos termos finais do contrato de concessão”, disse o presidente do Grupo ETE.

Na Colômbia, onde o grupo entrou há quatro anos, iniciou recentemente uma nova operação, no rio Magdalena, de transporte de agregados para a construção de infraestruturas ao longo de 100 quilómetros, citou Luís Nagy. E no Uruguai, assegura, de forma continuada, o transporte de madeira para a maior fábrica de papel do mundo, acrescentou.

Dentro de portas, o Grupo ETE continua a apostar no desenvolvimento dos negócios “tradicionais”, nomeadamente no transporte fluvial de mercadorias (que deverá conhecer um novo impulso com o projecto de Castanheira do Ribatejo) e na construção naval (depois do novo rebocador-empurrador recentemente apresentado está já a trabalhar num projecto, alimentado a GNL). Isto sem esquecer, claro, o transporte marítimo e o agenciamento de navios, áreas onde reclama a liderança em Portugal.

O Grupo ETE assinalou hoje os 80 anos de existência com uma sessão presidida pelo Presidente da República.

 

 

 

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