O Grupo Garland fechou 2018 com um volume de negócios de 120 milhões de euros, a crescer 4,9%  face ao ano anterior, anunciou.

Em Portugal, o Grupo Garland atingiu uma facturação de 91,3 milhões de euros, 3,5% acima do realizado em 2017.

Já a área internacional – que agrega a Ocidenave España, a Garland Maroc e a chilena Anacondaweb – cresceu 9,9% para os 33,3 milhões de euros. Em cinco anos, atingiu 27,9% do volume global do grupo.

A Garland Logística, a empresa mais recente do grupo, foi a que mais cresceu em 2018: 20,1% até aos 11,5 milhões de euros. O aumento da facturação está em linha com o desenvolvimento da actividade – 281 600 paletes armazenadas e perto de 13 milhões de pickings no ano findo – e é suportado pelo investimento em instalações – soma 90 mil metros quadrados de área logística – e em tecnologia.

No seu primeiro ano fiscal completo, a Garland Transport Solutions (GLS), resultado da fusão de duas outras empresas do grupo,  atingiu uma facturação de 53,4 milhões de euros, 4% acima do realizado no ano anterior, calculados numa base pro forma.

As empresas de navegação – Garland Navegação, Ocidenave Portugal e Ocidenave España – fecharam 2018 com uma facturação global de 59,4 milhões de euros, mais 6,5% que no período homólogo anterior, e com Espanha a compensar as dificuldades sentidas em Portugal com a instabilidade social nos portos.

No final de 2018, o Grupo Garland contava 408 trabalhadores, mais 36 que um ano antes.

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