O Grupo Garland prevê fechar o primeiro semestre (que amanhã se completa) com um volume de negócios de 58,4 milhões de euros, 5,3% acima do realizado no período homólogo de 2016.

Garland

As operações em território nacional dão o maior contributo para o crescimento das receitas, com um ganho homólogo de 8% até aos 47,9 milhões de euros. Mas a internacionalização – em Espanha e Marrocos – já representa 18% do volume de negócios.

Para o final do ano, o grupo centenário liderado por Peter Dawson estima atingir os 120 milhões de euros, face aos 112 milhões de 2016.

No ano passado, o Grupo Garland cresceu “apenas” 2,75%. Mas o sector de transportes e logística subiu 7,5% e chegou aos 62,8 milhões de euros. Apesar das convulsões que afectaram a actividade, cá dentro (porto de Lisboa) e lá fora (consolidação, fim da Hanjin, arrefecimento da economia brasileira), o negócio da navegação cresceu 5,5% até os 43,7 milhões de euros, mais de metade realizados em Espanha.

A actividade internacional – em Marrocos e Espanha -, iniciada apenas em 2014, já representou 14% do volume de facturação.

Em termos de volumes, a Garland atendeu, no ano transacto, 700 navios e movimentou 225 mil TEU. Na rodovia, movimentou 23 mil camiões internacionais e foi responsável por mais de 194 mil serviços de transporte de mercadorias terrestre. Na carga aérea (a crescer 20%), foram transportadas cerca de 1 150 toneladas.

Investimentos de 11 milhões

Desde 2012, o grupo investiu cerca de 11 milhões de euros em instalações e TI. Logo no primeiro ano foi inaugurado o segundo centro logístico da Maia. Seguiram-se-lhe a remodelação do centro logístico da Abóboda e o novo edifício-sede, o novo centro logístico de V.N. Gaia, a instalação da plataforma da Mealhada e já a primeira ampliação do segundo centro da Maia. Actualmente decorre a ampliação do primeiro centro logístico da Maia, com um custo de 1,4 milhões de euros.

 

 

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