O Grupo Rangel aposta em dar em 2013 um novo impulso à sua actividade em Moçambique, onde entrou no início deste ano, mediante a compra da LFP Logística, Frete, Lda, entretanto convertida em Rangel Moçambique.

“Até ao mês de Março do próximo ano, estaremos a desenvolver um estudo de mercado para um business plan em Moçambique”, adianta Eduardo Rangel, presidente do grupo. Para o mesmo mês “prevemos abrir uma filial a Norte, em Nacala, e em Abril deveremos avançar com a construção de uma plataforma logística com 4 000 metros quadrados em Maputo”, acrescentou, citado em comunicado.

O investimento previsto até 2014 rondará os cinco milhões de dólares, dos quais três milhões serão aplicados na plataforma de Maputo. Até 2015 prevê-se a criação de uma centena de postos de trabalho.

Os planos de Eduardo Rangel para Moçambique passam por abrir uma segunda filial, na Beira, e por criar uma rede de distribuição que cubra todo o território.

“Há uma forte necessidade de melhorar e inovar os sistemas de logística, nomeadamente nos segmentos do retalho alimentar, banca e distribuição de medicamentos”, justificou.

A estratégia a implementar assentará num projecto de logística integrada. “Temos em mãos um plano de desenvolvimento centrado no transporte internacional aéreo, marítimo e terrestre, sobretudo vindo da África do Sul, assim como no desembaraço aduaneiro, gestão de stocks, transportes especiais e entrega ao cliente final”, referiu o empresário nortenho.

O Grupo Rangel iniciou a sua internacionalização em 2006, com a entrada em Espanha, a que se seguiu, em 2007, Angola, país onde além do mais representa a FedEx.

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