Cerca de 44 milhões de euros é o montante reclamado pelos credores do Grupo Urbanos, no âmbito do Processo Especial de Revitalização (PER) a que recorreu a holding de Alfredo Casimiro.

A empresa, que detém 50,1% da SPdH-Groundforce (com direito de opção sobre o restante, detido pela TAP) e que chegou a afirmar-se interessada na privatização dos CTT, tenta agora evitar a falência ou, como referiu o empresário ao “Dinheiro Vivo”, “dar um passo atrás para voltar a crescer”.

Depois de um crescimento fulgurante, com várias aquisições e a aposta na internacionalização, o grupo de Alfredo Casimiro diz-se vítima dos maus resultados dos últimos anos. Em 2015, perdeu dois milhões de euros.

O grupo, que emprega directamente cerca de 400 pessoas, pretenderá “regressar” a 2008-2009, nas palavras de Alfredo Casimiro, nas jás citadas declaração públicas.

Resta saber qual será o entendimento dos 23 credores. O Novo Banco é quem mais reclama, cerca de 7,6 milhões de euros. O Estado tem a ver, directa e indirectamente, cerca de 8,5 milhões de euros.

Além da Urbanos SGPS estão também em PER a Urbanos Supply Chain, a Urbanos Solutions e a RN Trans.

 

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