A Hapag-Lloyd não planeia fazer novas encomendas de navios nos próximos dois anos. A companhia alemã aumentou recentemente a sua oferta de capacidade com a integração da UASC.

Hapag-Lloyd

Os responsáveis da companhia germânica acreditam que não são necessárias novas encomendas por haver capacidade suficiente no mercado para atender ao crescimento do volume. Note-se que com a UASC a Hapag-LLoyd passou a dispor de navios de maiores dimensões.

A posição da Hapag-LLoyd surge em linha com a da Maersk Line mas contrasta, por exemplo, com a postura da CMA CGM, que acaba de contratar até nove navios de 22 000 TEU, e também, ao que parece, com a da MSC, que terá encomendado 11 porta-contentores igualmente de 22 000 TEU.

A Hapag-Lloyd, por seu turno, acaba de receber o quarto dos seus cinco navios da classe Valparaiso Express, com capacidade para 10 500 TEU, o Callao Express.

O navio, construído pela Hyundai Samho Heavy Industries, foi nomeado no porto de Callao esta semana, de onde seguiu para Puerto Anamos e Valparaiso e seguirá para a Europa depois de navegar na costa Oeste da América do Sul.

A Hapag-Lloyd divulgou os resultados do primeiro semestre do ano, em que reduziu os prejuízos para 46,1 milhões de euros (foram de 142,1 milhões em Junho de 2016).

 

 

 

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