A Hapag-Lloyd reduziu substancialmente os prejuízos na primeira metade de 2017: 46,1 milhões de euros, contra 142,1 milhões um ano antes.

Hapag-Lloyd

A companhia sublinha ainda que os resultados semestrais incluem uma série de efeitos pontuais relacionados com a fusão com a United Arab Shipping Company (UASC), resultando em um impacto líquido no EBIT de aproximadamente -19 milhões de euros.

Os volumes transportados cresceram 14% nos primeiros seis meses, para 4,22 milhões de TEU, incluindo aí os quase 250 mil TEU movimentados pela UASC, consolidados a partir de 24 de Maio.

O preço médio (combinado) dos fretes foi de 1 056 dólares, 1% acima da taxa Hapag-Lloyd do primeiro semestre de 2016.

As receitas aumentaram 732,8 milhões de euros para 4 518,3 milhões de euros, incluindo 199 milhões de euros da inclusão do grupo UASC.

O resultado operacional da companhia fechou o primeiro semestre em 360,4 milhões de euros, contra 196,7 milhões no ano passado. O EBIT subiu para EUR 87,3 milhões, de -39,7 milhões em igual período de 2016.

“O mercado de transporte de contentores continua desafiador, mas conseguimos fazer progressos no primeiro semestre de 2017”, indica, citado em comunicado de imprensa, Rolf Habben Jansen, CEO da Hapag-Lloyd AG.

A Hapag-LLoyd espera que a fusão com a UASC gere poupanças anuais de 435 milhões de dólares (364,1 milhões de euros) a partir de 2019. Com a fusão, a Hapag-Lloyd subiu ao quinto lugar entre as companhias mundiais de transporte marítimo de contentores.

Para 2017, a Hapag-Lloyd espera que os volumes transportados aumentem, e que os indicadores financeiros melhorem.

 

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