A Hapag-Lloyd encerrou 2019 com um resultado operacional (EBIT) de 811 milhões de euros, mais 82% do que os 444 milhões registados no exercício anterior.

Hapag-Lloyd aumentou receitas e conteve custos

O EBITDA da Hapag-Lloyd também aumentou, de 1,139 mil milhões de euros, em 2018, para 1,986 mil milhões, no ano passado. As receitas totais cresceram 9%, para 12 mil milhões de euros.

A companhia atribuiu parte da melhoria ao aumento dos preços dos fretes que subiram, em 2019, para uma média de 1 072 dólares (990 euros) por TEU, mais 2,6% do que o valor de 1 044 dólares (965 euros) por TEU em 2018, com a aposta nas rotas mais rentáveis e uma melhor gestão de receitas.

A Hapag-Lloyd assinalou ainda que o aumento de 1,4% nos volumes transportados em 2019 (12 milhões de TEU, contra 11,9 milhões de TEU em 2018) e um dólar a ganhar força em relação ao euro também contribuíram positivamente para as receitas.

Por fim, as despesas mais baixas com o handling e o transporte terrestre de contentores, bem como uma ligeira redução do preço médio de bunker – 416 dólares (384 euros) por tonelada em 2019, abaixo dos 421 dólares (389 euros) por tonelada no ano anterior – tiveram, também, um efeito positivo.

Não obstante, também devido ao dólar estar mais forte, as despesas totais da companhia alemã com transportes aumentaram para um total de 9,7 mil milhões de euros no ano passado, contra 9,6 mil milhões de euros no exercício anterior.

 

 

 

Comments are closed.