A Hapag-LLoyd  atingiu em 2017 um resultado operacional de 411 milhões de euros e um resultado líquido de 32 milhões. Se tudo correr como previsto, 2018 será ainda melhor.

A integração com a UASC – e as sinergias daí resultantes -, o aumento dos volumes transportados e a subida dos fretes médios são as principais explicações avançadas pela Hapag-LLoyd para os resultados positivos alcançados em 2017.

No ano findo, a companhia germânica, já com a UASC, transportou 9,8 milhões de TEU (contra 7,6 milhões em 2016), a uma tarifa média de 1 051 euros/TEU (1 026). O volume de receitas cresceu em linha, tendo atingido os 10 mil milhões de euros (7,7 mil milhões um ano antes).

No final de contas, o resultado operacional mais do que triplicou, de 126 milhões para 411 milhões de euros, com o EBITDA a passar de 607 milhões para 1 o55 milhões de euros.

O resultado líquido, que em 2016 foi negativo em 93,1 milhões de euros, disparou em 2017 para os 32 milhões de euros positivos.

Para 2018, a companhia germânica estima um crescimento da actividade global e uma melhoria da performance com mais sinergias com a UASC pelo que prevê a melhoria dos resultados face a 2017.

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