A Hapag-Lloyd apelida de “rumores” a notícia avançada pela “Reuters” de de que estaria a preparar uma fusão com a CMA CGM.

“Não há substância nos rumores”, afirmou um executivo da Hapag-Lloyd ao portal “Splash”.

A “Reuters” noticiou, entretanto, que a abordagem da CMA CGM foi rejeitada pelos maiores accionistas da Hapag-Lloyd, a chilena CSAV, a família Kuehne e a HGV, que gere os investimentos para a cidade-estado alemã de Hamburgo.

Com a Hapag-Lloyd e a CMA CGM em alianças diferentes criadas há apenas 15 meses, a Ocean Alliance e THE Alliance, a saída de uma destas poderia ser mal vista pelos clientes, de acordo com alguns analistas.

Uma fusão das duas companhias criaria o maior operador de transporte marítimo de contentores do mundo, com 4,24 milhões de TEU de capacidade. No presente, a francesa CMA CGM é a terceira maior companhia (em vias de ser ultrapassada pela Cosco) e a alemã Hapag Loyd a quinta.

A discussão da ideia de que os dois gigantes europeus se unissem foi lançada, há um ano, por Olaf Merk, especialista em portos e navegação do Fórum Internacional de Transportes da OCDE. Merk escreveu sobre o tema no seu blogue, o Shipping Today.

 

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