A Hapag-Lloyd vai converter um porta-contentores para navegar a GNL e instalar filtros de partículas (scrubbers) em outros dois navios.

Hapag-Lloyd vai converter um navio a GNL e instalar filtros em dois

A Hapag-Lloyd ficou com 17 navios porta-contentores “LNG Ready” no seguimento da absorção da UASC. As embarcações, com capacidades entre os 15 000 e os 18 800 TEU, foram entregues entre 2014 e 2016, mas até ao momento a companhia alemã ainda não havia optado por convertê-las para gás.

A exemplo dos principais players do sector, a Hapag-Lloyd anunciou já uma sobretaxa de combustível para recuperar os custos adicionais provocados pelo cumprimento das novas normas da IMO sobre as emissões de enxofre.

Além disso, dispõe-se “a analisar de forma detalhada outras opções tecnológicas para a redução de emissões que poderão cobrir uma pequena parte de uma frota. É por isso que testes com uma conversão de GNL de um navio, bem como sistemas de limpeza de gases de escape (EGCS) em outros dois serão conduzidos no ano de 2019”, refere a companhia em comunicado.

Não obstante is dispor de apenas um navio movido a GNL e outros dois equipados com scrubbers, a Hapag-Lloyd diz-se preparada para cumprir o limite de enxofre da IMO a partir de 2020 nos seus 226 porta-contentores através do uso de combustíveis com baixo teor de enxofre.

 

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