A HMM fechou o ano fiscal com prejuízos de 808 mil milhões de wons sul-coreanos (636,6 milhões de euros). A companhia de bandeira da Coreia do Sul é, assim, uma das maiores derrotadas do top dez mundial do sector.

A HMM, que passou por uma grande reestruturação há três anos, apontou o aumento dos custos com o combustível, as sanções iranianas e um atraso na recuperação dos preços dos fretes como razões para as enormes perdas.

No entanto, as receitas alcançaram um recorde de 5,22 biliões de wons (4,1 mil milhões de euros) em 2018 e o rácio da dívida, embora ainda elevado, melhorou, passando de 301,6% para 282,4%.

Em termos de volumes, a companhia registou um recorde de 4,46 milhões de TEU no ano passado, um aumento de 10,6% em relação a 2017. Ou seja, conquistou quota de mercado em detrimento dos lucros.

Sobre as perspectivas de mercado, a HMM indica, em comunicado, que “a incerteza sobre os volumes de carga em 2019 continuará, devido às preocupações sobre uma desaceleração económica global, o Brexit e o conflito comercial EUA-China”.

 

 

 

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