Se sobreviver, a Hyundai Merchant Marine (HMM) ficará resumida ao transporte marítimo de contentores. Tudo o resto está à venda para tentar controlar a dívida.

HMM

A cada dia que passa sucedem-se as notícias da luta da HMM pelas sobrevivência. Agora foi a vez da presidente da companhia pedir a demissão. E sobre a mesa está uma proposta para reduzir o capital da companhia, à razão de uma acção nova por sete antigas, para ajudar a limpar o passivo.

A braços com um passivo de mais de cinco mil milhões de dólares (4,6 mil milhões de euros), a HMM tem de pagar até ao final do ano cerca de 600 milhões de dólares.

Depois de ter acordado a venda de um terminal em Busan e de parte do negócio de transporte de granéis, a companhia sul-coreana tenta agora alienar a divisão de navios-tanque. A HMM tem uma frota de 13 navios-tanque.

Para trás, a HMM vendeu a unidade de negócio de gás natural liquefeito em 2014. E tem seis empresas interessadas na compra da participação da HMM na Hyundai Securities, uma corretora, da qual também se está a tentar desfazer.

Fracassada foi a tentativa de negociar com os armadores a redução dos valores dos contratos de fretamento dos navios.

 

 

Os comentários estão encerrados.