A IAG deu um “balão de oxigénio” à fragilizada Boeing com a encomenda de 200 B737 MAX, precisamente o avião que está impedido de voar pelo envolvimento em dois graves acidentes.

Depois de ter fechado o primeiro dia de participação no salão de Le Bourget com zero encomendas (contras 0s 11,5 mil milhões de euros de vendas da rival Airbus), a Boeing garantiu uma mega-encomenda do grupo IAG, e logo para o modelo “maldito” do momento.

“Temos plena confiança na Boeing e esperamos que o avião [B737 MAX] volte a operar com sucesso os seus serviços ao longo dos próximos meses, após ter recebido aprovação para tal por parte dos reguladores”, afirma, citado em comunicado, o CEO da IAG, Willie Walsh.

Os 200 aparelhos – B737-8 e B737-10 – serão entregues entre 2023 e 2027, equipados com motores CFM Leap. Terão como destino equipar as frotas da British Airways, Vueling e Level.

Os 200 B737 MAX fazem parte de uma encomenda de 228 aviões, no valor de 24 mil milhões de euros, a preços de catálogo. As restantes aeronaves são 14 Airbus A321XLR (oito para a Iberia e seis para a Aer Lingus), com outras 14 de opção.

As primeiras entregas do modelo Airbus estão programadas para 2023.

 

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