O mercado mundial de carga aérea recuou 5,6% em Fevereiro, anunciou a IATA. No acumulado dos dois primeiros meses de 2016, a quebra homóloga é de apenas 1,6%.

TAP Carga

O resultado de Fevereiro é fortemente influenciado pelo facto de, há um ano, a carga aérea ter beneficiado das greves nos portos norte-americanos, e também pela circunstância de agora se ter comemorado o Ano Lunar chinês (que reduz em cerca de 25% as exportações do país), sublinha a IATA. Ainda assim, é evidente que as perspectivas para o sector não são particularmente animadoras.

Em Fevereiro, e pelos motivos referidos, as companhias da Ásia-Pacífico foram as mais castigadas, com uma quebra homóloga de 12,4% nas toneladas-km voadas. A Europa recuou 2,4% e a América do Norte 4%. O Médio Oriente continuou a crescer, mas muito mais devagar, 3,7%. A América Latina também avançou 2,7%.

A taxa de ocupação da capacidade disponível recuou 5,7 pontos percentuais para 41%.

No balanço dos dois primeiros meses do ano, a região da Ásia-Pacífico, que vale cerca de um terço do mercado mundial de carga aérea, continua a ser a mais castiga, com uma quebra homóloga de 5,7%. No antípoda, o Médio Oriente cresce 6,8%. A Europa avança 0,9%…  para um nível semelhante ao de 2008. A América do Norte recua 2,3% e a América Latina avança 1,4%.

Em termos de taxa de ocupação, a quebra homóloga é de 3,5 pp,  ficando-se nuns baixíssimos 41,2%.

 

 

Comments are closed.