Em Junho, o mercado mundial da carga aérea cresceu apenas 1,2% em volume. No semestre, o ganho acumulado ficou-se pelos 3,5%. A IATA avisa para a quase estagnação do mercado.

Carga aérea

Em Junho, apenas as operadoras do Médio Oriente (e também as de Africa, de reduzida expressão) cresceram em termos homólogos, e logo 15,3%. A Ásia-Pacífico recuou 0,3%, a América Latina 1,6% e a América do Norte 3,3%. As companhias europeias registaram em Junho os mesmos volumes de há um ano.

Com isto, sublinha a IATA, o crescimento da actividade no primeiro semestre ficou-se pelos 3,5%, na comparação com a metade de 2014 (quando o mercado cresceu 5,8% face a 2013). O contraste é ainda maior quando se recorda que a actividade cresceu fortemente no segundo semestre de 2014.

De novo, notam-se as diferenças regionais, com o Médio Oriente a crescer 14% e a Ásia-Pacífico 5,4%, enquanto a América do Norte recua 0,4%, a Europa 0,6% e a América Latina 6,9%.

A IATA fala, por isso, em desapontamento quando se refere à performance do primeiro semestre e mostra-se cautelosa nas previsões para o segundo. Por um lado, sublinha, mantém-se a expectativa generalizada de uma aceleração do crescimento económico; mas, por outro lado a confiança dos empresários e as exportações continuam fracas.

Como se isso não bastasse, a partir daqui a comparação homóloga será feita com um semestre que, já se sabe, foi muito positivo.

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