Depois de, em 2014, ter avançado 4,5%, a carga aérea cresceu apenas 3,2% em Janeiro, reforçando os receios da IATA de um novo abrandamento da actividade. Na Europa, o saldo foi mesmo negativo.

“Janeiro foi um arranque de ano desapontante para a carga aérea. E é difícil ser-se muito optimista sobre o resto do ano com os ventos económicos que sopram da Europa e os crescentes receios sobre a economia chinesa. Acrescente-se a isso a tendência continuada para a produção local e o proteccionismo comercial, e 2015 está a preparar-se para ser mais um ano difícil”, resumiu Tony Tyler, director-geral e CEO da IATA.

Na verdade, em Janeiro, o mercado global da carga aérea cresceu 3,2% em termos homólogos. E como a oferta de capacidade subiu 4,1%, o load factor recuou para os 42,8%.

A região Ásia-Pacífico cresceu 6,9% e no Médio Oriente os volumes transportados até subiram 9,2%. Mas na Europa verificou-se uma quebra de 1,2% e na América do Norte o recuo foi de 1% em termos homólogos. Pior foi ainda o comportamento do mercado na América Latina, com uma queda de 6,4%. Em África, o crescimento homólogo atingiu os 5,2%.

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