A IMO está a preparar um guia para o transporte marítimo implementar as medidas necessárias para cumprir o limite de 0,5% de teor de enxofre no combustível a partir de 2020.

IMO explica como reduzir as emissões de enxofre

A informação foi dada pelo director executivo adjunto da IMO, Tianbing Huang, na quinta edição do Congresso Mundial de Ambiente Marítimo, que se realizou esta semana à margem da conferência SMM, em Hamburgo.

O executivo indicou que a IMO se encontra a trabalhar com os Estados-Membros e a indústria na elaboração de um conjunto de directrizes para “ajudar a garantir uma implementação consistente”. O objectivo é “identificar e atenuar questões habituais” em processos de transição desta natureza.

As áreas onde a orientação será fornecida incluem, segundo Tianbing Huang, a avaliação de risco do impacto de novos combustíveis; modificações no sistema de combustível e limpeza dos depósitos (se necessário); capacidade de combustível e competência de segregação; aquisição de combustível compatível; planos de transição de combustível; e documentação e relatórios.

O novo limite de teor de enxofre no combustível marítimo entra em vigor a 1 de Janeiro de 2020. As alternativas que se colocam aos armadores são utilizar um combustível que cumpra as novas regras, instalar filtros de partículas (“scrubbers”) nos navios ou mudar para combustíveis alternativos (desde logo, o GNL).

 

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