A indústria dos cruzeiros teve, em 2016, um impacte na economia mundial de 126 mil milhões de dólares (107 mil milhões de euros), destaca a CLIA – Associação Internacional de Linhas de Cruzeiros.

Lisboa - Cruzeiros

Aquele valor, relativo aos impactes directo, indirecto e induzido, representa um crescimento de 7,6% relativamente ao apurado em 2015.

No seu relatório sobre o sector, a CLIA realça também a criação de um milhão de postos de trabalho.

E a tendência crescente é para continuar, tudo indica. Em 2016, contaram-se 24,7 milhões de passageiros de cruzeiros; em 2017 deverão ser 25,8 milhões e para 2018 perspectivam-se 27,2 milhões.

Nos últimos dez anos, o número de passageiros de cruzeiros cresceu 64%, desde os 15,1 milhões até aos 24,7 milhões.

Para acompanhar o aumento da procura, mais navios deverão sulcar os mares e os rios no futuro próximo. Só para 2018, anunciam-se 27 novas unidades, segundo a CLIA.

O mercado norte-americano continua a ser o principal emissor de turistas de cruzeiros, com uma quota global de 51%, mas a Europa já representa 27% (23% há dez anos), tendo praticamente duplicado o número de cruzeiristas, de 3,4 para 6,7 milhões.

 

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