A IP – Infraestruturas de Portugal registou 227,6 milhões de euros de receitas no primeiro semestre, provenientes de portagens rodoviárias e de taxas de serviços ferroviários, informou hoje a empresa.

Receitas da IP subiram 7% no primeiro semestre

Em comunicado, a IP adianta que o valor da receita traduz um crescimento de 7%, ou seja, mais 15,4 milhões de euros, na comparação com o mesmo período de 2017.

“Destaque para o facto de o crescimento se verificar tanto nas receitas rodoviárias, obtidas através da cobrança de portagem, como nas receitas alcançadas nos serviços prestados aos operadores ferroviários”, lê-se na informação.

A cobrança de portagem nas auto-estradas representou cerca de 180 milhões de euros, numa subida homóloga de 9%.

“Um crescimento em linha com o verificado nos últimos anos, justificado pelo progressivo aumento do nível de procura das auto-estradas nacionais para o qual contribuiu decisivamente, no caso das auto-estradas do Interior, a aplicação de descontos”, justifica a empresa.

Na ferrovia, a receita aumentou de 47,1 milhões de euros, no primeiro semestre de 2017, para 48 milhões de euros, nos primeiros seis meses deste ano.

As receitas rodoviárias incluem as subconcessões do Pinhal Interior, Litoral Oeste, Baixo Tejo e Autoestrada Transmontana; concessões da Grande Lisboa e Norte; as auto-estradas geridas directamente pela IP (A21, Túnel do Marão e troço inicial da A23) e as concessões (ex-SCUT) do Algarve, Beira Litoral e Alta, Costa de Prata, Interior Norte, Norte Litoral e Grande Porto.

A nível ferroviário, são receitas da IP as taxas cobradas pela utilização da infra-estrutura por parte dos operadores ferroviários, que também pagam pela ocupação de instalações (estações e outros espaços) e utilização de serviços
(consumo de energia e água), e serviços adicionais (energia de tracção, estacionamento, manobras).

Os comentários estão encerrados.